Ninguém gosta de ser contrariado. Muito menos eu. Ninguém gosta de perder o controle das situações. Quem me conhece sabe que eu sou exatamente assim: Gosto de ter tudo nas mãos. Mas nem sempre é assim. O mundo não gira a nosso redor. Não somos (eu e você) o centro do universo. Mas o pecado que existe em nós, acaba nos fazendo assim. Por isso amigos, ao invés de termos um infarte quando nos deparamos com situações assim, porque não aprender a tirar proveito delas?
Sabe, quando tudo está do jeito que queremos, quando não temos problemas nem contrariedades, corremos o risco de termos a alma corrompida pela vaidade e pelo excesso de confiança.
Existem pessoas que se abalam quando não recebem elogios e bons conceitos a respeito de si mesmos. Pessoas assim, quando passam por adversidade, percebem que não estão seguindo a Cristo, mas a glória que Ministério de Cristo dá. O cristianismo se dá nas adversidades da vida, quando ao invés de agirmos como todo mundo, fazemos diferente.
Os padres do deserto e os monges do início da Igreja, buscavam o consolo Divino ao invés do consolo humano. Seja qual fosse a adversidade, eram conhecidos pela sua constância, ou seja, não se abalavam com as adversidades, e não ficavam eufóricos com os sucessos que alcançavam. Aprenderam a olhar para si mesmo e ver quem eram eles na sua essência.
Hoje eu vivo a luta para aprender a viver assim. Sei que não sou um católico iniciante mais, porém muito ainda me falta para viver isso que é preciso. Hoje a minha luta é ser fiel nesse tempo de luta, reconhecendo que sem Deus eu não sou nada.
Quando as contrariedades aparecem, minha vontade é brigar, xingar, justificar… mas hoje tento não fazer isso. Silencio e rezo. Essa tem sido a minha atitude. É estranho, mas tenho encontrado um consolo espiritual que jamais encontrei quando tento brigar e reagir.
Quero convidar você a pensar nisso no dia de hoje.
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